Descrição
A formação propõe uma reflexão crítica sobre educação para as relações raciais a partir das conexões entre memória, patrimônio desigual e território, articulando fundamentos da educação antirracista com práticas pedagógicas decoloniais. Por meio de vivências, rodas de conversa, análise de materiais históricos e culturais, oficinas colaborativas e uma caminhada formativa pelo centro de São Paulo, os participantes serão convidados a problematizar os processos de apagamento da população negra na construção da memória oficial da cidade, bem como reconhecer permanências, resistências e patrimônios afro-brasileiros presentes no espaço urbano.
Objetivos
– Conhecer os conceitos de memória, patrimônio desigual e território.
– Diferenciar preconceito de discriminação.
– Comprender o preconceito, a discriminação e a braquitude como elementos do racismo estrutural.
– Compreender como o racismo se materializou e se reproduziu por meio dos monumentos da cidade de São Paulo enquanto elementos que evidenciam estruturas e representações de significados sobre o ser negro e o ser branco.
Público alvo: professores, coordenadores pedagógicos e profissionais da educação que atuam na Educação Infantil, Ensino Fundamental – Anos Iniciais e Anos Finais e Ensino Médio.
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Adriano Alves Barreto Mestrando em Educação: História, Política e Sociedade pela PUC-SP, graduação em Pedagogia pela Universidade de São Paulo (USP), especialista em gestão escolar pela USP e especialista em Educação Moderna pela PUCRS. Cursos de Extensão em Metodologias Ativas, Tecnologia, Avaliação e Educação Antirracista. Desde 2017, atuo como professor dos anos iniciais do Ensino Fundamental I, sendo responsável pelo planejamento e elaboração de aulas e materiais didáticos. Também já exerci a função de integrador de Metodologias Ativas e Tecnologias, formando professores e apoiando a implementação de práticas pedagógicas inovadoras e inserção da tecnologia em sala de aula. |



